Seja Bem-vindo a sociedade Brasileira de Nanomedicina
Sociedade Brasileira de Nanomedicina
Conheça um pouco mais
Você Conhece a NANOMED?
A Sociedade Brasileira de Nanomedicina (NANOMED) é uma organização médica profissional sem fins lucrativos, composta por membros de diversas áreas — incluindo medicina, nanotecnologia, engenharia, ciências biomédicas e direito — que se unem para promover a pesquisa em nanomedicina e, assim, beneficiar a saúde global. Esses objetivos são alcançados por meio de um fórum aberto de ideias e esforços colaborativos, bem como pela estreita cooperação com colegas internacionais.
MISSÃO
Ampliar e difundir o conhecimento em nanomedicina representando e promovendo o desenvolvimento da medicina para a realização de ações em prol da saúde no país.
VISÃO
Promover e difundir a pesquisa em nanotecnologia e áreas afins aplicadas à saúde, capacitando profissionais por meio de educação científica, incentivo à prevenção, diagnóstico e tratamento precoce de doenças, formação especializada e desenvolvimento de tecnologias que contribuam para a melhoria da qualidade e da expectativa de vida.
VALORES
Conhecimento, ética, valorização profissional, integração e inovação.
IMPACTO SOCIAL
Incentivo a ações que promovam a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso à inovação em saúde, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população.
Estatuto
Conheça Nosso Estatuto
O Estatuto da NANOMED estabelece os princípios, objetivos e normas que orientam a atuação da Sociedade Brasileira de Nanomedicina, garantindo transparência, ética e organização institucional.
Ele define a estrutura administrativa, os direitos e deveres dos membros e os critérios que sustentam o desenvolvimento científico da nanomedicina no Brasil.
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PERGUNTAS FREQUENTES
Consulte abaixo as perguntas mais frequentes sobre Nanomedicina.
A composição pode envolver Carbono (diamante ou grafeno), átomos leves como Hidrogênio, Oxigênio e Nitrogênio para sensores, e materiais biocompatíveis como nanopartículas de ouro ou polímeros específicos.
Em projetos avançados, o interior é hermeticamente vedado para proteger os componentes internos. A interação com o meio externo ocorre de forma controlada através de sensores ou portas moleculares específicas.
A aparência seria idêntica a de qualquer outra pessoa. Como os nanorrobôs são microscópicos e injetados em volumes muito pequenos, não causam alterações visíveis no corpo humano.
Sim, o acúmulo de detritos poderia ser prejudicial. Por isso, a nanomedicina foca em dispositivos biodegradáveis que se dissolvem após a missão ou que são projetados para serem excretados naturalmente.
Eles podem ser removidos via filtragem renal (excreção pela urina), metabolização hepática ou, em casos específicos, guiados magneticamente para um ponto de extração.
Eles são projetados com "camuflagem" biológica (revestimentos biocompatíveis como PEG ou membranas celulares) para evitar a detecção e o ataque dos glóbulos brancos.
Podem utilizar glicose e oxigênio do próprio sangue para gerar energia, ou serem alimentados externamente via ondas de rádio, ultrassom ou campos magnéticos.
Sensores quimiotáticos que detectam antígenos específicos na superfície celular ou variações de pH e temperatura características de tecidos doentes ou tumorais.
Riscos incluem reações alérgicas imprevistas, falha no direcionamento (os robôs irem para o local errado) ou dificuldades na eliminação completa dos componentes após o uso.
Tratamentos extremamente precisos e minimamente invasivos, capazes de curar doenças hoje terminais (como certos tipos de câncer) sem os efeitos colaterais das terapias agressivas atuais.
CONTATO
Em caso de dúvidas, sugestões, críticas ou interesse em tornar-se membro, convidamos cordialmente que entre em contato conosco por meio do endereço de e-mail, telefone institucional. Retornaremos à sua comunicação tão logo quanto possível.
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